Acontece no AZ

02/12/2019
Beatriz Polidori
Arte
HISTÓRIAS PRA QUÊ?

HISTÓRIAS PRA QUÊ?

Memórias da infância

Quantas histórias ficam guardadas como memórias de satisfação e alegria, de um passado que se foi, mas que pode ser revisitado, sempre que necessário for, retornar ao sentimento de pertencimento. Sim, pertencimento. As histórias nos contam sobre o mundo, sobre as coisas, sobre quem somos e quem poderemos ser.

Quando juntamos uma pitada de Ruth Rocha, com uma colherada de Ana Maria Machado, talvez um pouquinho de André Neves, e de tantos outros autores e autoras das maravilhas das palavras, uma deliciosa receita de imaginação e criatividade está feita.

E se vamos falar em palavras, por que não ir além, e inventá-las? Como disse Gianni Rodari, jornalista, escritor e poeta italiano, “a imaginação da criança, estimulada a inventar palavras, aplicará seus instrumentos sobre todos os traços da experiência, que provocarão sua intervenção criativa” (RODARI, 1973). Rodari chamou de “Gramática da Fantasia” essa maneira delicada e dedicada a “enriquecer com estímulos o ambiente [...] em que crescem as crianças”.

É na constância de um cotidiano de contações de histórias e de contato livre com publicações de qualidade literária e visual, desde os tenros anos de vida, aliados à uma pedagogia voltada à vivencias da “realidade, abordada por todos os pontos de vista”, que os meninos e meninas cultivam suas sementes “criadoras e produtoras de valores e de cultura”.

Os livros são como receptáculos de mundos imaginados, reais, plurais...são memória viva. Nossos pequenos educandos do AZ, arquitetam suas teorias com a fluência de grandes inventores, pois são acolhidos em um espaço de respeito às suas competências criadoras.


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